WellMove · 01/08/2026 · 1 min de leitura
Quando uma empresa mede o absentismo apenas em dias de baixa, perde metade da imagem. O custo real inclui também a substituição temporária, a perda de produtividade da equipa envolvente e o tempo de gestão administrativa gasto em cada caso.
1. Custo direto — salário e encargos durante a ausência.
2. Custo de substituição — horas extra, trabalho temporário ou redistribuição de tarefas.
3. Custo de produtividade — quebra de ritmo da equipa e curva de reaprendizagem no regresso.
Um diagnóstico ergonómico bem feito identifica os postos de trabalho que mais contribuem para este custo antes que ele se acumule — e é aí que a prevenção compensa o investimento.